Seguindo exemplo de Júlio Verne, Isaac Asimov ou talvez Nostradamus, resolvi testar minha visão para o futuro da humanidade.
Pelo menos não vejo "O Fim do Mundo ou da Humanidade", mas vejo finalmente a evolução.
Num futuro próximo vejo a população mundial reduzida a metade. A comida e a moradia está cada vez mais escassa e cara. Estamos super-povoando o planeta e esgotando, destruindo e poluindo tudo ao nosso redor. As fábricas e muitos serviços cada vez mais robotizados, irá aumentar a taxa de desemprego que já está elevada. A violência terá seu ápice, afinal o que uma pessoa seria capaz de fazer ao sentir e ver sua família morrendo de fome?
Nós modificamos o planeta de tal forma que a natureza de algum jeito tentará encontrar um equilíbrio. O clima irá destruir muitas vidas. Doenças novas e difíceis de combater irão surgir. Vírus também estão vivos e tentaram sobreviver.
Diante de tanta dificuldade o carro elétrico, a hidrogênio, a ar, ou seja lá qual energia renovável e limpa, irá surgir. Mesmo com as industrias petroquímicas fazendo todo possível para se manter, novos meios de se produzir energia irá surgir. Dessa forma, os principais poluentes do planeta irão se modificar. Imaginem todas as fábricas e meios de transporte com emissão zero de poluente. A reciclagem se tornará um hábito. Todos os produtos serão cada vez mais fáceis de se reciclar.
Com a população reduzida a metade, a natalidade mundial seria "monitorada" e mantida de certa forma controlada. A devastação e modificação da natureza finalmente estaria controlada. A evolução tecnológica atingiria uma velocidade tremenda. Toda e qualquer forma de produção será automatizada. Não precisaremos mais trabalhar para produzir comida, energia ou qualquer produto.
O trabalho que restaria aos humanos seriam para estudos, desenvolvimento, entretenimento, cultura, administração, esportes e lazer.
A comunicação/internet móvel se desenvolverá incrivelmente. As imagens serão transmitidas diretamente à iris do olho e os sons diretamente ao ouvido. Os comandos serão executados mentalmente. Ao sair do trabalho, bastaria mandar uma mensagem mental para a empregada doméstica robô que gostaria de jantar 250 gramas de bife assado, mais uma salada de alface, cebola e tomate, temperado com molho italiano. Durante o percurso, você conversa com uma imagem translúcida da sua mãe transmitida diretamente ao olho.
Filmes e jogos estariam tão reais aos sentidos da audição e da visão que frequentemente se confundiria a realidade com a fantasia. Claro que se distinguiria rapidamente, afinal nos filmes e jogos, você passaria neles como se fosse um fantasma. Sem sentir o toque.
A nanotecnologia estaria tão desenvolvida que as roupas mudariam de forma e cor conforme seus desejos e necessidades.
Nesse futuro distante, a consciência humana atingiria um estágio de clareza. Já que o homem não precisava mais trabalhar para produzir qualquer coisa, já que a população mundial estava controlada, já que os robôs e computadores móveis pessoais estariam tão desenvolvidos, toda comida, energia, moradia, produtos e serviços seriam gratuitos. O homem trabalharia em algo por puro prazer. Todo e qualquer produto seria fabricado por robôs. Todo e qualquer serviço seria feito por robôs ou computadores. O dinheiro não será mais necessário. Seriamos como as tribos indígenas vivendo alegremente, pacificamente e harmoniosamente com tudo e com todos.
Não preciso dizer que isso é uma utopia, um sonho.
Será que o homem seria capaz de viver sem levar ao extremo seus diversos sentimentos como ganância e ódio? Será que o homem seria capaz de viver em paz consigo mesmo e com os outros? Será que o homem seria capaz de viver sem a doce loucura?
Sinto muitíssimo em afirmar que essa sociedade utópica somente se tornara realidade após muitos e muitos sonhos.
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